domingo, 23 de outubro de 2016

Estudante é morta a tiros em festa universitária por policial que se suicidou em seguida.

Uma estudante foi morta a tiros na noite deste sábado (22) durante uma festa universitária na zona norte de São José dos Campos (SP). Segundo a Polícia Civil, o autor do crime era policial militar em São Paulo e se matou logo em seguida. As informações são do G1.

O churrasco de pré-formatura acontecia em uma chácara no bairro Vila Rossi e reunia formandos de diferentes universidades da cidade. De acordo com informações de testemunhas, o policial Wellington Landim atirou contra a estudante de Direito Mariana Angélica durante uma discussão no local. Em seguida, Wellington se matou com um tiro na cabeça. De acordo com a polícia, os dois eram namorados.

Um aluno, que participava da festa, contou que ficou chocado com o crime. "Vi o casal discutindo. O rapaz tirou a pistola automática, atirou no pescoço da menina e depois ele deu um tiro na própria cabeça. Foi muito rápido, todos se assustaram com a situação, foi um horror", diz.

Após o crime, equipes da polícia estiveram no local ouvindo os seguranças do evento e colhendo outras informações sobre o caso. A Polícia Civil está investigando as causas do crime.

Velório
O corpo da estudante Mariana Angélica, morta em uma festa universitária neste sábado (22) em São José dos Campos (SP), começou a ser velado na manhã deste domingo (23), no Cemitério Parque das Flores, na zona sul da cidade. A

O corpo de Mariana foi liberado do Instituto Médico Legal (IML) de São José durante a madrugada e encaminhado para o cemitério particular no bairro Morumbi, onde está sendo velado. O enterro está previsto para às 17h. Já o corpo do policial foi liberado apenas no início da manhã deste domingo e está sendo encaminhado para o Cemitério Municipal de Arantina (MG), onde será velado e enterrado no fim da tarde.

Outro lado
O advogado Jamil José Saab da empresa Atlas Imagem & Cia, uma das organizadoras da festa, disse que os seguranças pediram para o policial, que seria convidado da estudante, não entrar armado no local. O homem, porém, teria se recusado a deixar o revólver no carro, alegando que por ser policial, poderia permanecer armado no local.


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