quinta-feira, 6 de outubro de 2016

FIM: Bancários de SP e DF encerram paralisação e serão seguidos nos outros estados

Bancários dos bancos privados e do Banco do Brasil das cidades de São Paulo, Osasco e região decidiram nesta quinta-feira (6) encerrar a greve, informou o sindicato que representa a categoria localmente.

Bancários da Caixa seguem em assembleia para decidir se também terminam a paralisação. Após 31 dias de paralisação, os bancários de São Paulo, Osasco e Região decidiram, em assembleias realizadas nesta quinta-feira (6), encerrar a greve, iniciada no dia 6 de setembro, informou a assessoria de imprensa do sindicato.

A categoria retorna ao trabalho nesta sexta-feira (8). A categoria aceitou a terceira oferta apresentada Fenaban (Federação Nacional do Bancos) na noite de quarta-feira: reajuste de 8% em 2016 e abono de R$ 3.500. A proposta também inclui aumento de 10% no vale refeição e no auxílio-creche-babá e de 15%, no vale alimentação. Os bancos também se comprometeram a garantir aumento real de 1% em todos os salários e demais verbas. O acordo proposto pelos bancos tem validade de dois anos. Para 2017, os salários serão reajustados pela inflação (INPC/IBGE), mais 1% de aumento real.

DF também encerra greve
Bancários do Distrito Federal decidiram, em assembleia nesta quinta-feira (6), encerrar a greve iniciada há um mês, em 6 de setembro. Com o fim da paralisação, o retorno aos postos de trabalho deve ocorrer já na manhã desta sexta (7). A assembleia foi realizada no Setor Bancário Sul, no centro de Brasília, onde ficam as sedes de grandes bancos do país. De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários do DF, Eduardo Araújo, a proposta não agradou a entidade, mas levar a greve adiante traria poucos benefícios se comparada ao “desgaste da categoria”.

“A proposta chegou ao limite. Se não acatássemos, a negociação começaria do zero.” Foram 10 rodadas de negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) até o fim da greve. A proposta da Fenaban foi apresentada em São Paulo na última quarta (5) e prevê reajuste de 8% para 2016 mais abono de R$ 3.500,00. Há também 15% de reajuste no vale-alimentação, 10% no vale-refeição e 10% no auxílio-creche e babá.
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