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Dois delegados da Polícia Federal (PF), Elias Escobar e Adriano Antônio Soares, que atuavam no Rio de Janeiro, foram mortos na madrugada desta quarta-feira (31) em Florianópolis (SC). Adriano era chefe da PF de Angra dos Reis desde 2009 e havia aberto o inquérito que apurava as causas da morte do ministro Teori Zavascki, ocorrida em janeiro deste ano, em um acidente aéreo em Paraty (RJ). O filho do ministro afirma que o pai foi vítima de um atentado devido a sua atuação na Lava Jato. Antes do acidente, a PF havia reforçado a segurança pessoal de Teori e de sua família. 

Segundo informações divulgadas pela assessoria da Polícia Federal, ambos viajaram para a cidade para realizar um curso da instituição. O crime ocorreu durante a madrugada em uma boate no bairro Estreito, região continental da capital catarinense, após uma briga com um empresário local, que disparou contra os dois policiais. O motivo do conflito ainda é desconhecido. Câmaras de segurança do local vão auxiliar na apuração do crime. O suspeito ficou ferido e foi internado no Hospital Florianópolis. (Via correio)

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