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O número de mortos no incêndio no centro de Portugal chegou a 61, segundo primeiro-ministro português Antonio Costa. Ele acrescentou que o número de mortos deve aumentar nas próximas horas. Anteriormente o secretário de Estado de Administração Interna do governo português, Jorge Gomes, havia afirmado que eram 62 mortos. Pelo menos 54 pessoas ficaram feridas.

"Enfrentamos uma terrível tragédia", informou o primeiro-ministro português, Antônio Costa, na sede da Defesa Civil em Lisboa. "Lamentavelmente, é sem dúvida a maior tragédia dos últimos anos em relação a incêndios florestais", declarou o primeiro-ministro.

"O número total de vítimas ainda não foi determinado. A prioridade é combater o incêndio que permanece e entender o que ocorreu", declarou Antônio Costa. Segundo Jorge Gomes, 30 vítimas foram encontradas em carros na estrada, 17 foram encontradas na estrada, fora dos carros ou à beira da via. Onze pessoas foram encontradas mortas em ambiente rural. Duas mortes se referem a acidente na estrada. O diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ) afirmou à agência Lusa que o incêndio teve origem numa trovoada seca, afastando qualquer indício de origem criminosa. 

O presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, viajou à zona atingida para prestar suas condolências às famílias das vítimas, e "compartilha sua dor, em nome de todos os portugueses". Marcelo Rebelo de Sousa destacou o trabalho dos bombeiros, "que fazem o máximo possível" diante das difíceis condições. Pelo Twitter, o presidente da Comissão Europeia,Jean-Claude Juncker, manifestou suas condolências às vítimas. Vídeo abaixo:


Incêndio florestal em Portugal10 fotos6 / 10

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