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Uma jovem evangélica morreu eletrocutada na noite deste domingo (30), enquanto participava de um culto. A vítima foi chamada para fazer uso da palavra, e ao tocar no microfone recebeu forte descarga elétrica que ocasionou seu óbito. 

A professora Adriana Salles, de 28 anos de idade, era casada, mãe de um filho, e frequentava a Igreja Adventista do Sétimo do Dia, na pequena cidade de Junco do Maranhão, localizada no Oeste maranhense, distante 474 quilômetros de São Luís. A vítima ainda foi socorrida e encaminhada ao hospital da cidade, onde já chegou sem vida.


Conforme especialistas, a falha no aterramento dos equipamentos de áudio, ou a falta de aterramento, são as causas de descargas elétricas em microfones como a que provocou a morte de Adriana. A lei 11.337, de 26 de julho de 2006, que entrou em vigor em janeiro de 2010, determina a obrigatoriedade de as edificações possuírem sistema de aterramento e instalações elétricas compatíveis com a utilização de condutor-terra de proteção, bem como torna obrigatória a existência de condutor-terra de proteção nos aparelhos elétricos que especifica.

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