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O renomado vidente paulista Valter Arauto prevê desastre que destruirá Porto Velho. O profeta é conhecido em todo o Brasil por acertar previsões de desastres de grandes proporções, como a queda do avião com o time da Chapecoense , o tremor de terra no Acre em 2015 e o apagão que ocorreu nesta quinta-feira, 17, atingindo parte do estado de Rondônia, do Acre e do Mato Grosso.

Na manhã do dia 18 deste mês (agosto), ele voltou a postar mais uma mensagem direcionada a Porto Velho. Desta vez, a mensagem é bastante enigmática:

Especulação/seguidores 

Depois da publicação, os seguidores começaram a especular sobre qual desastre poderia acontecer em Porto Velho para causar a tal destruição. Ele estaria se referindo a um possível rompimento da barragem da hidrelétrica?

O Blog do Chá, do jornalista Carlos Henrique, falou sobrea a possibilidade de acorrer esse desastre sua coluna em fevereiro de 2014.

Em seu blog, o jornalista afirma “Pode-se imaginar o que aconteceria em Porto Velho na eventualidade do rompimento da barragem. Técnicos do Indam, que advertiram para a necessidade de consideração dessa possibilidade, afirmam que caso isso aconteça, em exatamente sete horas a barragem de Santo Antônio seria atingida por um verdadeiro tsunami ao qual não conseguiria resistir. O resultado iria atingir pelo menos 30% de Porto Velho, com algo em torno de 50 mil mortes.

O Consórcio afirma que a autorização concedida pelo Ibama, dá conta de que a altura máxima suportada por Jirau é de 74,8 metros em relação ao reservatório da usina de Santo Antônio.

Esta, no entanto, estaria operando com um reservatório que já teria ultrapassado a cota de 75 metros. “Tal fato, além de não respeitar o limite estabelecido por imposição do projeto estrutural da usina de Jirau, está ocasionando diversos impactos na estrutura do empreendimento e demais existentes no canteiro de obras”, alega o ESBR em documento.

Embora as autoridades procurem evitar previsões alarmistas capazes de disseminar o pânico em meio à população, o pior cenário não é descartado. Não se pode deixar de trabalhar com perspectivas realmente assustadoras. Há sim, bases científicas para os indicativos de catástrofe. A barragem se sustenta em dois fatores: peso e coeficiente de atrito. Se é formado um lago à jusante, ou seja, após a barragem rio abaixo, que é a situação da qual o consórcio ESBR reclama, a própria água reduz o peso da estrutura – princípio de Arquimedes – e a barragem pode sofrer um arrasto com o consequente rompimento.

Os gestores de Santo Antônio dizem que a mesma quantidade de água que entra na barragem é a que sai. Mas nada diz sobre o efeito remanso, que bloqueia a saída e represa os rios e canais tributários, levando a inundação para muito além do lago propriamente dito. E mais: se nada de pior acontecer, ou seja, no mais otimista dos cenários, Porto Velho vai amargar um desbarrancamento verdadeiramente catastrófico depois que as águas baixarem”. (Do Rondoniaovivo)

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