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A Polícia Civil de Luís Eduardo Magalhães investiga o caso de uma jovem gestante de 19 anos, que estava grávida de aproximadamente sete meses, e que teria sofrido um aborto no Hospital Maternidade Gileno de Sá.

Até aí tudo normal, abortos infelizmente acontecem. Mas o que agrava muito a situação, é que a jovem gestante, moradora no Bairro Sol do Cerrado em LEM, confessou ter tomado por alguns dias, uma “garrafada” de raízes para provocar o aborto do feto, pois estaria em uma gravidez escondida.

A jovem mãe teria passado mal sendo então encaminhada ao referido Hospital Maternidade. Exames indicaram que a mãe e o feto estavam bem. Em determinado momento, nesta sexta-feira (22), a jovem foi ao banheiro onde sofreu o aborto, (não se sabe se foi provocado ou espontâneo).

O que agrava em muito a situação, é que após o aborto a jovem teria dado descarga para descartar o feto que estava vivo, e teria ficado enganchado no vaso sanitário vindo a óbito. Uma companheira de quarto teria ido logo depois ao banheiro e percebeu o acontecimento. A equipe médica foi acionada e tentaram reanimar o neném mas sem sucesso.

A Polícia Militar foi acionada e registrou a ocorrência e diante dos fatos foi dado voz de prisão à paciente, ao qual permaneceu em observação médica. A Polícia Técnica esteve no local e o feto foi encaminhado ao IML para exame de necropsia. O laudo será usado pela Polícia Civil para incluir na investigação. [BlogBraga/ Repórter Paiva]

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