VÍDEO: Brasileiro é morto de forma brutal em praça pública na Bolívia, foi linchado e após enforcado por populares. - MACAUBENSE LIFE

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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

VÍDEO: Brasileiro é morto de forma brutal em praça pública na Bolívia, foi linchado e após enforcado por populares.


O amapaense Vinícius Chagas Maciel, de 32 anos foi assassinado de forma brutal na segunda-feira (19), no povoado de San Julián, a 150 quilômetros de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. Ele foi linchado e enforcado por populares na principal praça da cidade. Informações preliminares apontam que ele foi cobrar uma dívida de um casal, que o acusou de roubo.

Jornais bolivianos repercutiram o caso informando que o brasileiro foi enforcado por uma multidão que o alcançou depois que um casal denunciou ter sido cobrado por uma suposta dívida por dois homens armados. O outro brasileiro conseguiu fugir do lugar em uma caminhonete. Ainda segundo a imprensa local, a polícia tem dificuldade de entrar na cidade de San Julián.


Maciel deixou o Amapá há cerca de sete meses, em busca de trabalho na Bolívia. Lá, segundo a família, ele estava se planejando para estudar medicina. A família contesta a versão do assalto. Irmãos e a mãe dele moram no município de Santana, onde ele nasceu. A cidade fica a cerca de 17 quilômetros de Macapá.

A família ficou sabendo da morte de Vinícius pelas redes sociais e todos estão em choque. Sem condições financeiras para arcar com o traslado do corpo, a família pede ajuda. A irmã diz que são necessários R$ 15 mil para trazê-lo de Santa Cruz até o Amapá. Vinícius era casado, mas estava em processo de separação. Ele deixa uma filha de seis anos, três irmãos e a mãe.

Na Bolívia, os casos de linchamento são comuns, segundo a imprensa internacional. Os moradores alegam que atuam em nome da “justiça comunitária”, reconhecida na Constituição aprovada em 2009 no país. O governo, entretanto, explica que o sistema não permite castigos brutais e nem a pena de morte. Para garantir os trâmites da vinda do corpo de Vinícius para o Amapá, a família pediu uma certidão de “Nada Consta” no nome dele, onde não foi identificada qualquer passagem criminal. [Fonte G1]


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