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domingo, 29 de novembro de 2020

Mulher que denunciou 'festa no IML' afirma que está sendo ameaçada de morte


A tanatopraxista Nina Maluf, funcionária de uma funerária no Rio Grande do sul, afirmou durante uma entrevista que vem sendo ameaçada de morte, após denunciar que pessoas estavam abusando sexualmente de cadáveres femininos, que davam entrada em Institutos Médicos Legais (IML's) de todo o país.

Segundo informações de Nina para o Metrópoles, ela e o companheiro, que trabalham na mesma área, decidiram denunciar ao Ministério Público e à Polícia Federal, que havia um grupo no Facebook, nomeado como ‘Festa no IML’, em que eram compartilhadas fotos de corpos femininos, supostamente tiradas de dos institutos e de funerárias.

Revoltada, a tanatopraxista disse que quase 100 dias após a denúncia, nada foi feito contra as pessoas que praticam, incentivam ou faziam piadas sobre esse crime: “A mulher é abusada até na morte”, afirmou Nina para o site.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul, por meio da Assessoria de Imprensa, informou que a denúncia de Nina gerou o expediente RD.00849.00364/2020. “Após análise da 21ª Promotoria de Justiça, a documentação será encaminhada ao Departamento de Polícia Metropolitana para investigação dos fatos”, informava a nota enviada ao Metrópoles. Já a PF, declarou que a PF não se manifesta sobre “eventuais investigações em andamento”.

Em um dos casos da necrofilia, Nina comentou sobre um dos participantes, que seria um maqueiro, de 52 anos, detido em Manaus por ter sido flagrado abusando de um cadáver feminino que aguardava exame, em 24 de novembro de 2019.

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