“A Bahia está livre da doença há 25 anos, possui o status de Zona Livre de Aftosa Com Vacinação e busca a mudança desse patamar, seguindo todas as exigências sanitárias dos órgãos competentes para que, em breve, não haja mais necessidade de vacinação. E a cadeia produtiva tem se mantido unida neste intuito de manter o rebanho livre da aftosa”, avalia o diretor geral da Adab, Lázaro Pinha.
Depois da vacinação dos animais, o produtor tem até 15 dias para se dirigir ao escritório da Agência mais próximo de sua propriedade para declarar o ato. Ele deve levar a relação de bovinos e bubalinos nascidos, mortos e vacinados, discriminados por quantidade, sexo e idade, juntamente com a nota ou cupom fiscal de compra da vacina. Se preferir, o produtor pode acessar o site www.adab.ba.gov.br para declarar a vacinação do seu rebanho e proceder com a geolocalização de sua propriedade. “Para reforçar a defesa agropecuária na Bahia, a Adab vem intensificando os procedimentos para a geolocalização das fazendas, por isso, é importante o criador levar junto consigo a marcação da coordenada geográfica de sua propriedade no momento da declaração da vacinação”, destaca o diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, Carlos Augusto Spínola.
Em abril deste ano o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) inverteu o calendário vacinal do rebanho baiano “com objetivo de equacionar a demanda de vacinas contra febre aftosa com o cronograma previsto de produção da indústria e, assim, garantir a oferta de vacinas para manter os índices satisfatórios e manter a imunidade do rebanho brasileiro”, informa o diretor do Departamento de Sanidade Animal do Mapa, Geraldo Moraes.

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